Domingo, Fevereiro 27, 2005

Sonhos

Esta noite foi pródiga em sonhos.

1º sonho:
Eu e a minha mãe moravamos num 1º andar em Chelas e fomos convidados para irmos a uma festa de Carnaval no Colombo.
Pelo caminho encontramos 2 estrangeiros (que na realidade são nossos vizinhos) que falavam uma lingua que não compreendiamos, mas falavamos com eles (coisas de sonhos):
Nós - Então, que lingua é que falam?
Eles - Falamos aramaico.
Nós - Ah, sempre está menos morta que o francês. Mas então que pretendem visitar em Lisboa?
Eles - Primeiro vamos ao Alto dos Moinhos e depois à "Cuova da Moira"
Nós - Ah, fazem bem.
Falta muita coisa depois neste sonho, mas já não me lembro de mais.


2º sonho:
Estava a passar pela paragem do eléctrico 28 na Rua da Conceição. Nisto sai de lá o Camilo (aquele actor de TV) e foi andando comigo até ao Arco da Rua Augusta.
Quando volto a olhar para ele, já não era ele mas sim um apresentador de um programa da SIC novo que há para ai, os não-sei-quantas-da-Lapa.
Ao pé da estatua do D. José, voltei a olhar outra vez e estava lá o jjori.
Fomos dar a típica volta para chegarmos à estação dos barcos do Barreiro (até quase ao Campo das Cebolas).
Chegamos à estação. Tinham instalado uns novos torniquetes para o passe. As portas não tavam na vertical mas sim na horizontal. Se o passe não estivesse válido, decapitação. Nisto chega o barco das 14h10. Todas as pessoas vinham do lado de fora aos beijos. Reacção do jjori:
Feira do Linguado Francês!!!!!
Vim para fora da estação para mandar um SMS ao Juanito a contar o sucedido. Vou andando, andando, andando até que entro num 100, mas saio na mesma paragem porque já eram 14h21 e já tinha perdido o barco (que era às 14h20).
Vou para a estação outra vez.
Chego aos sinais luminosos da Praça do Comércio.
Nisto olho para o céu e vejo um avião da TAP a cair a pique sobre o rio.
No minuto seguinte estava parado à porta da estação dos barcos (sem trem de aterragem) (entretanto abriram um caminho directo para a estação, já não se precisava de ir dar a volta até ao Campo das Cebolas).
Umas velhinhas atrás de mim só dizem:
-Ahhh, que Faaaaaashhh esta nova entrada para a estação, como se fossemos entrar num avião, realmente estes gajos da Soflusa são ricos!!!!
Entro na estação. Entretanto já tinham mudado de torniquetes. Tinha que se colocar o passe num buraco, e se não fosse válido, aquilo sugava o braço e cortava-o pelo ombro.
Vindo do mar da palha aparece um barco feito de eléctricos vermelhos turísticos, conduzido pelo DaddyO.
Quase a chegar oiço o meu irmão:
-Mano, o que é comida electrónica?
Ao que um homem lhe responde:
-São algas, meu pai, são algas...
O barco/eléctricos aproxima-se. O DaddyO não queria que o barco tocasse nas paredes, por isso utilizava cubos de queijo Camembert para não deixar bater o barco.

E isto foram os meus sonhos.

Ps: Especialmente para a Mente Assumida:

Acto I, Cena XIV, Ária (Morgana): "Tornami a vagheggiar"
(Sim, ela está mesmo a beijar-lhe o pé).

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